quarta-feira, 16 de janeiro de 2013


O incrível rapaz que comia livros...



A partir desta história, resolvemos escrever textos com a mesma estrutura e criando uma aventura de um rapaz com outro nome e que comia outras coisas.




O incrível rapaz que comia lápis de cor



O Leonardo adorava lápis de cor.                   .
Mas não exatamente como nós adoramos lápis de cor. Não era a mesma coisa, o Leonardo adorava comer lápis de cor.                             .
Tudo começou numa bela tarde, assim como por acaso, quando ele estava distraído. Ainda sem saber bem o que estava a fazer, tentou apenas comer o bico só para provar.
Depois, tentou comer   metade do lápis; e logo a seguir o lápis inteiro.            
Sim, sem dúvidas: o Leonardo gostava mesmo de lápis de cor. Três dias depois, já tinha comido uma dúzia de lápis de cor. E lá pelo fim do mês, era capaz de engolir uma caixa de 24 lápis de cor          de uma só vez.
O Leonardo gostava de todo o tipo de lápis de cor: vermelhos, amarelos, verdes, azuis, laranjas até comia lápis de cera. Mas os seus favoritos eram lápis de cor que ele devorava à velocidade de um raio.
Mas esta é a melhor parte: quantos mais lápis de cor comia, mais colorido ficava. O Leonardo tornou-se no pintor melhor do mundo fazia obras de arte e os museus queriam quadros dele.
              Um dia o Leonardo começou a ficar com riscas de várias cores: azul, vermelha, amarela, verde, branca, preta e castanha. Ele começou a ficar tão tonto que via tudo às cores.
No outro dia encontrou um lápis de cor, metade comido e encontrou o seu livro de desenho. Ele começou a pintar pintou, pintou e descobriu que aquilo era bom. Pintou tanto que encheu um caderno inteiro de desenhos.
             De vez em quando ainda dá uma mordidela a um lápis.

                                  
                                                                                              Joseph e Ana Catarina.

  
O incrível rapaz que comia luzes




O Leonel adorava luzes.                      .
Mas não exatamente como nós adoramos. Não era a mesma coisa, o Leonel  adorava comer luzes.                                      
Tudo começou numa bela tarde, assim como por acaso, quando ele estava distraído. Ainda sem saber bem o que estava a fazer, tentou apenas comer a metade de um vidro para provar. Depois, tentou comer a parte de metal; e logo a seguir a lâmpada toda             
Sim, sem dúvidas: Leonel gostava mesmo de lâmpadas Três dias depois, já tinha comido10 lâmpadas.                                   .
E lá pelo fim do mês, era capaz de engolir 110 lâmpadas de uma só vez.
O Leonel gostava de todo o tipo de luzes: verdes, lanternas, de Natal, económica e até comia luzes de frigorifico. Mas os seus favoritos eram de computador que ele devorava à velocidade de um raio.
Mas esta é a melhor parte: quantas mais luzes comia, mais brilhante ficava.
            Ele comeu tantas lâmpadas que às vezes era convidado para festas importantes.          
Passado algum tempo ele estava-se a sentir-se mal pois vomitava luzes de natal, quando ele ia à janela via tudo às cores.
No dia seguinte ele viu que o seu quarto tinha de ser decorado e enfeitou a casa toda com as luzes.
            Ele percebeu que as luzes são para enfeitar, mas as vezes ainda morde uns pedaços pequeninos.

Andreia , Kelvin


O incrível rapaz que comia computadores





O Jerónimo adorava computadores.                .
Mas não exatamente como nós adoram computadores. Não era a mesma coisa, o Jerónimo adorava comer computadores.                         .
Tudo começou numa bela tarde, assim como por acaso, quando ele estava distraído. Ainda sem saber bem o que estava a fazer, tentou apenas comer uma tecla, só para provar.
Depois, tentou comer o rato     e logo a seguir o ecrã e o teclado.
Sim, sem dúvidas: o Jerónimo gostava mesmo de computadores. Três dias depois, já tinha comido o computador inteiro.                                     .
E lá pelo fim do mês, era capaz de engolir dez computadores de uma só vez.
O Jerónimo gostava de todo o tipo de computadores: educativos, fixos, portáteis, tabletes, notebook até comiam computadores de fábricas. Mas os seus favoritos eram as tabletes que ele devorava à velocidade de um raio.
            Mas esta é a melhor parte: quantos mais computadores comiam, mais curioso ficava.
O Jerónimo, como era muito curioso até sabia quando e o que acontecia no mundo, no universo. Foi convidado para a universidade em Coimbra para ensinar os futuros professores.
        Numa manhã ele estava a sentir-se muito enjoado e foi a casa de banho, só via portáteis, tabletes, notebooks, a sua volta. Umas horas depois ficou melhor.
Quando a mãe chegou a casa, tinha uma surpresa para ele, o Jerónimo pensou que era um computador e desatou a gritar, pois pensava que era para o comer, mas a mãe só o queria ensinar a utilizá-lo para saber jogar, estudar, pesquisar e muito mais.
        Hoje em dia, ele ainda come uma tecla às escondidas.

                                                                                                               Nicoleta, Daniela,
                                                                                                              Débora, Rui 
                                                                                                               Mohamed
                                                                                                               

O incrível rapaz que comia máquinas de calcular


O Alfredo adorava máquinas de calcular·         .
Mas não exatamente como nós adoramos máquinas de calcular. Não era a mesma coisa, o Alfredo adorava comer máquinas de calcular.
Tudo começou numa bela tarde, assim como por acaso, quando ele estava distraído.Ainda sem saber bem o que estava a fazer, tentou apenas comer um teclado só para provar.
Depois, tentou comer   o ecrã  ; e logo a seguir as pilhas.                    
Sim, sem dúvidas: Alfredo gostava mesmo de máquinas de calcular. Três dias depois, já tinha comido 20 calculadoras.E lá pelo fim do mês, era capaz de engolir 7 caixas de calcular de uma só vez.
O Alfredo gostava de todo o tipo de calculadoras: escolares, cientificas, grandes, pequenas até comia calculadoras de diamantes.Mas os seus favoritos eram calculadoras grandes que ele devorava à velocidade de um raio.
Mas esta é a melhor parte: quantas mais máquinas de calcular comia, mais inteligente ficava.
O Alfredo era tão, tão inteligente que era capaz de fazer as contas mais complicadas do mundo.
Um dia ele começou a ficar confuso, com dores de cabeça, ficou verde, e só via números a frente. Passado uma semana ficou melhor.
Num dia lindo foi à escola e viu uma calculadora, começou a fazer contas de dividir, de vezes, de mais, de menos e percebeu que a calculadora era para fazer contas e a partir desse dia começou a fazer muitos cálculos.
Ainda hoje desaparecem teclas, porque será?   


Danilo  Neves  Gabriel Cruz

 O incrível rapaz que  comia o alfabeto

  
O Nicolau Simão adorava o alfabeto.              .
Mas não exatamente como nós adoramos comer o alfabeto. Não era a mesma coisa, o Nicolau Simão adorava comer o alfabeto.                                            .
Tudo começou numa bela tarde, assim como por acaso, quando ele estava distraído. Ainda sem saber bem o que estava a fazer, tentou apenas comer a letra A só para provar.
Depois, tentou comer B, C e D; e logo a seguir todas as consoantes.
Sim, sem dúvidas Nicolau Simão gostava mesmo de comer o alfabeto. Três dias depois, já tinha comido o alfabeto inteiro.                                     .
E lá pelo fim do mês, era capaz de engolir um alfabeto e uma só vez.
O Nicolau Simão gostava de todo o tipo de alfabeto: Maiúsculas, minúscula, gregos e até comia alfabetos de papel. Mas os seus favoritos eram os alfabetos magnéticos que ele devorava á velocidade de um raio.
Mas esta é a melhor parte: quantos mais alfabetos comia, mais texto decorava.

Nicolau Simão tornou-se numa pessoa muito famosa. Era capaz de decorar um dicionário inteiro, listas de telefone de todo o mundo e até livros de bibliotecas diferentes.
Certo dia o Nicolau Simão estava no jardim a brincar. De repente começou a ficar amarelo, correu até à casa de banho e vomitou as letras A, B, C, e D só via consoantes a frente dos olhos, casas em forma de letras e até carros, para o Nicolau Simão o Mundo era feito de letras.
Passado 3 meses, numa manhã maravilhosa de verão ele foi para escola e começou a pensar para que servia o alfabeto.
Algum tempo depois apareciam algumas letras grelhadas pela casa….

Beatriz e Carolina

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