Uma PLANTA é uma representação cartográfica, geralmente em escala grande, destinada a fornecer informações muito detalhadas sobre edifícios, ruas, cidades, etc.
Propomos-te que:
1. Observes bem esta planta da Biblioteca que não está actualizada.
2. Compara a imagem com a distribuição actual dos móveis e dos espaços na nossa biblioteca.
3. Descobre 7 diferenças.
4. Faz o desenho da planta actual da Biblioteca.
5. Entrega-nos o teu trabalho devidamente identificado.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
Teatro de Fantoches
Os alunos da turma E do 4.º ano da professora Mónica Madeira escreveram pequenas peças de teatro para fantoches. Construíram também os fantoches e resolveram ir apresentar as suas peças de teatro aos meninos do Jardim de Infância. Foi muito divertido!
BEBÉ BIGODES
O Bebé Bigodes afinal era um gatinho...
Depois de ouvirmos e explorarmos esta história enternecedora baseada num conto popular da Mongólia fizemos uns gatinhos muito fofinhos.
Depois de ouvirmos e explorarmos esta história enternecedora baseada num conto popular da Mongólia fizemos uns gatinhos muito fofinhos.
Um casal de gatinhos bem simpático...
Divertimo-nos muito a fazer este trabalho
Cada um decorou o seu gato com os materiais que havia (cartolina, lápis de cor, marcadores, lápis de cera, cola, papel de lustro, etc.)
Três ou seis gatinhas?
E ainda houve tempo para colaborar na limpeza e arrumação da biblioteca...
Encontro com o escritor José Viale Moutinho
JOSÉ VIALE MOUTINHO
Jornalista português, natural do Funchal.
Foi jornalista do Diário de Notícias e secretário-geral da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto, tendo sido posteriormente nomeado seu presidente.
Como investigador literário tem dedicado muito do seu trabalho à investigação de algumas das maiores figuras da nossa literatura. Recolheu e publicou inéditos e textos dispersos de Camilo Castelo Branco, Trindade Coelho ou António Nobre, entre outros, além de ter também publicado diversos estudos etnográficos.
Como poeta, estreou-se com a colectânea de poemas Urgência (1966), mas só com as suas narrativas de cariz abertamente ideológico e fortemente influenciadas a nível temático pelo romance neo-realista é que se viria a notabilizar no panorama da literatura portuguesa contemporânea. A acção das suas narrativas situa-se nos períodos antes e depois do 25 de Abril, com a referência explícita a acontecimentos históricos dessa época. Da sua obra ficcional destacam-se os livros de narrativas Apenas uma Estátua Equestre na Praça da Liberdade (1978) e Entre Povo e Principaes (1981), e o livro de contos Pavana para Isabella de França (1992). Reuniu a sua produção poética publicada entre 1975 e 1985 num volume intitulado As Portas Entreabertas (1990)
Como poeta, estreou-se com a colectânea de poemas Urgência (1966), mas só com as suas narrativas de cariz abertamente ideológico e fortemente influenciadas a nível temático pelo romance neo-realista é que se viria a notabilizar no panorama da literatura portuguesa contemporânea. A acção das suas narrativas situa-se nos períodos antes e depois do 25 de Abril, com a referência explícita a acontecimentos históricos dessa época. Da sua obra ficcional destacam-se os livros de narrativas Apenas uma Estátua Equestre na Praça da Liberdade (1978) e Entre Povo e Principaes (1981), e o livro de contos Pavana para Isabella de França (1992). Reuniu a sua produção poética publicada entre 1975 e 1985 num volume intitulado As Portas Entreabertas (1990)
O encontro com este escritor foi deveras interessante, quer pela qualidade das obras que produziu e que são frequentemente requisitadas pelos nossos alunos, quer pela simpatia que demonstrou durante o tempo que passou connosco.
Projecto "Pequenos Bibliotecários" - monitores da Biblioteca
O projecto "Pequenos Bibliotecários" tem promovido a animação responsabilizante da biblioteca por parte dos alunos que têm desempenhado as suas tarefas de forma exemplar, ora a orientar os colegas no mundo dos livros, ora a acompanhar os meninos mais pequenos na utilização dos recursos existentes na NOSSA BIBLIOTECA.
A área da leitura informal continua a ser uma das mais frequentadas
O acompanhamento é feito sempre de forma simpática
É quase um jogo de faz-de-conta que eu sou a professora...
Os efeitos práticos são evidentes: maior facilidade na descoberta dos livros e outros recursos que interessam
SEMANA da LEITURA - I Feira do Livro Usado
A "Semana da Leitura" organizada pela Biblioteca Escolar da Escola EB1/JI da Abelheira teve um grande impacto nos nossos pequenos e grandes leitores (só em tamanho).
Esta semana coincidiu com a realização da "I Feira do Livro Usado" que registou uma grande adesão. O que significa que os valores da solidariedade, da partilha e da camaradagem não se perdem mesmo em tempo de crise.
Esta semana coincidiu com a realização da "I Feira do Livro Usado" que registou uma grande adesão. O que significa que os valores da solidariedade, da partilha e da camaradagem não se perdem mesmo em tempo de crise.
Conseguimos reunir quase 100 livros para trocar
Os meninos do Pré-Escolar, sob a orientação das respectivas Educadoras Clarinda Costa, Luísa Madeira e Cristina Saleiro participaram activamente nesta iniciativa
Algumas mães recentes trouxeram os seus bebés para as sessões de leitura - "De pequenino é que se torce o pepino."
Outras mães exploraram histórias muito interessantes e adequadas à faixa etária dos seus filhos e dos colegas de turma.
"O rapaz que tinha zero a Matemática"
Também propuseram jogos muito interessantes de acordo com as preferências dos meninos e meninas desta idade
Todos estiveram com muita atenção, até o bebé que estava ao colo da professora Mónica
O prazer de ter uma mãe a ler para os colegas da filha como ela faz todas as noites - leitura a duas vozes (mãe e filha)
Foram experiências muito enriquecedoras que prometemos voltar a realizar.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Como ler histórias para crianças
Dica #1: Opte por reler ou recontar as histórias favoritas da criança. Quando a criança conhece a história, tira prazer da antecipação das acções e consequências. Ao recontarem uma história favorita, as crianças dão a conhecer quais os elementos da história com significado para elas, mostram-se capazes de antecipar as acções e de conversar com os personagens.
Dica #2: Discuta com a criança um livro de histórias sem palavras. O livro escolhido deve possuir um conteúdo familiar, uma história interessante, detalhes suficientes e um número reduzido de gravuras.
Dica #3: Reconte uma breve história. Primeiro sem o livro por perto. Depois, com o livro. Verá que a criança, ao começar a ouvir a história, lhe pede o livro. E, dessa forma, vai associando a oralidade à escrita, os desenhos às palavras.
Dica #4: Construa uma história para um livro de gravuras sem palavras. Peça sempre a ajuda da criança. Não se substitua a ela.
Dica #5: Sequencie as gravuras de uma história. Se a história for do conhecimento da criança, deixe-a ser ela a sequenciar. Se não for, faça você a sequência e depois peça à criança para repetir.
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